sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Só por falar...

Ultimamente tenho necessitado sentar aqui  pra poder falar um monte sobre essa minha vida, precisando  mesmo.  Dizer q eu não tô entendendo esse meu coração (ou seria o cérebro?). Eu já não sei responder se fiz a coisa certa ou se vou me arrepender, mas hj eu estou me sentindo tão LEVE, tão em PAZ que talvez eu tenha feito o que deveria ter sido feito há mais tempo. Abri-me pra novas oportunidades, amizades, amores... deixei pra traz tudo q tem me magoado, esqueci qualquer rancor que poderia estar guardado e agora pretendo dar uma nova chance pra qualquer pessoa, seja ela quem for, seja lá o que tenha me feito. Alguns poderão ate chamar de falsidade, ou estranharão, mas eu sei que quanto mais eu guardo esses sentimentos, mais atraio negatividade para mim mesma. Hj Acredito que cada pessoa deveria parar e refletir por que diabos guardah tanta coisa ruim dentro de si... A vida segue em frente, as pessoas mudam, se renovam e hoje tudo q quero estar de bem com  pelo menos meio mundo e provar pro outro meio q eu sou tão diferente do q eles pensam, q eu sou mais do q esperam, q as aparências enganam...  Sei lá, to estranha kakakaka! To com uma ansiedade, uma expectativa, mas sem motivo.

Ê vidinha.

ps: As vezes você tem que deixar a pessoa que você ama ir, só para ver se ela te ama o suficiente para voltar” ... nega foram nessas tuas palavras q encontrei forças  pra poder atravessar a rua e ti digo q m surpreendi com o q me esperava do outro lado (vc sabe do q estou falando)...
" Quantas vezes eu vou ter que te falar que ele não prestaaa? "

Só pra Lily!

hUAhuHAuUahUHAuHUAhUuHA

:*

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

um futuro ñ mais presente..

Aquela noite ao sair do teu apartamento, tirei o salto e fui andar descalço na areia,  com o coração apertado, com um gosto amargo de despedida. Desde que pus as malas dentro do carro, soube que ti perderia. quando cheguei em casa, ao ver os primeiros moviventos teus do lado de lá,  a certeza me assolou, mas meu coração ñ doeu, como já aconteceu tantas vezes antes e,  hoje acredito que seja apenas por estar pré-consciente de um futuro não mais presente. Presença. A sua. Meu bem, que não é mais e q tbm não me dói mais, embora ainda exista uma saudade louca nas madrugadas de chuva apertando o  peito, e ti digo  q cai temporal devastador todo fim de noite. É o estante em que pego o carro meu cigarro e saio por ai sem direção, com o coração pequenininho dentro do peito, com todos os meus medos mais inocentes e as saudades, minhas, mais doces. Vc é minha saudade mais bonita e ainda é estranho te ti perdido, pois sempre ti tive feito vela acesa dentro de mim, ritmando meu coração louco descompensado mas q só vc sabia ler de olhos fechados, apenas desenfreando a pulsação. Eu sinto falta disso, DE QUANDO FOMOS SEM SER. E agora, q mudei, tudo se perdeu e assim entendo que aquele nosso encontro todo errado, não foi um encontro – mas uma despedida.



                   Daqui. Minhas saudades eternas. Um cartão de visitas e um te espero.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

02:27

Ah algum tempo o amor, - ou isso q costumamos acreditar, me acertou sem pena, cm tapas e safanões grotescos. Contudo, tentei desviar, dizer q não era a hora, o lugar, o momento certo. Acostumada com o sentimento enraizado aqui dentro, não consegui me abrir a possibilidades. Não q eu esteja esperando por ele, seria tolice. Não existe mais nada. E venho martelando e revivendo aqui dentro de min possíveis encontros, imaginado como seria seee. E esse seee, brutalmente me magoando. Porq ñ é algo  q se concretiza, é um mero devaneio apenas  q não desenvolve. Entretanto. O amor quis me dizer q se importa. Q há um coração q deseja sentir o meu e eu simplesmente o ignoro. Porq não há como dividir meu coração ao meio. Não ar como gostar de duas pessoas e mesmo q eu tentasse levar isso adiante não desejo nunca reduzir o coração d ninguém a caquinhos. E por essa triste doida razão eu continuo cada vez só.

Então penso: “por q vc não me ama assim?” e sinto o coração doer ao pensar “ porq ele não me assim? Como vc?” E me dói a comparar.

Deixa ser ...

Hj acordei com uma vontade de andar na areia e olhar pro mar q amo amo amo amo
Então peguei meu cigarro, joguei a mochila nas costas e havaiana na mao, e lá estava eu andando na litorânea as 6 da manha. (RS) de repente me pego escrevendo teu nome na areia. Próximo ao mar, com a ponta do meu canivete. A onda logo veio levar as letras, provar teu gosto e te levar embora antes que me revelasse demais e vi você sumindo na espuma fria, igual aqueles barquinhos de papel, livres para velejar. Sorri por dentro e pelos olhos, ocultos detrás de um óculo feito noite e deixei a saudade, diminuta, apertar. Segundos. E continuei arrastando os pés na areia, chutando a água salgada, molhando minhas canelas.  Soprava um vento tão forte, e escondi a malicia quando lembrei os teus lábios na base do meu pescoço q agiam com o mesmo efeito que aquele vento frio....

Confesso q segurei algumas muitas vezes o celur entre as mãos e fiquei absorvendo teu numero, relutando entre ligar e não ligar e,  num suspiro vencido, joguei ele na mochila e fingi não me importar. Outras vezes tantas eu só olhava, fingindo ver as horas, para ver se havia algum sinal de vida teu, mesmo já sabendo ser inútil. Você não ligaria. Não mandaria nem uma msg. Não diria que pensava em mim. Talvez pela situação, talvez porque realmente não tenha pensado. Ou talvez por tbm segura o celular no meio das mãos, relutar e, tbm deixar pra lá...
Sábado caminhei caminhei caminhei . caminhei. Com a sensação de deja vú. Pensei q vc fosse gostar de estar ali, de sentar com os pés balançando e vc, com pernas tão mais compridas q as minhas. Talvez vc sorrisse. Talvez vc ficasse quieto. Talvez vc tirasse uma nova poesia das mangas e sussurraria em meus ouvidos. Roubei essa ultima imagem pra mim e fui, o resto do fim de semana, assim.

Dois dias de vontades escondidas, de sorriso cheio de mistérios e uma saudade tua. Guardei o melhor de mim para quando te reencontrasse numa selva de concreto, e agora com uma rotina retomando os dias, trazendo o gosto quente de café morno. Invento uma desculpa, e às vezes ti levo um doce só pra tira o Maximo que posso de ti. E volto pra casa com o desejo d  dormir na tua respiração no pescoço. Com teus braços no eterno abraço de cobertor e com teus pés enroscados nos meus, fossem 10 15 20 minutos. Uma noite inteira. E agora com o nootbock na mão, a mala arrumada no canto o que resta é voltar pra casa. com o sonho da tua voz no ouvido, cm o sol refletindo no mar e uma poesia tao inédita, q vc nem chegou a escrever...

                                       Eu gosto tanto de vc q prefiro esconder.
                                               Deixa assim ficar subentendido
                                                              (apenas mais uma de lulu santos)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Começo do "meu aniversario"

Esse ano meu niver começou mais sedo! A comemoração começou hj
quinta-feira, na mesa do bar os amigos mais chegados e muita cerveja pra alegrar! Muita bobagem e a noite foi foda! E de quebra ainda ganhei presentes, passei o dia trabalhando, mas hoje já recebi flores e amigos por lá mesmo. Meus amigos lindos fizeram uma festinha surpresa pra min, porq não estarei cm eles no sábado, e sinceramente, eu não precisava de mais nada pra ficar feliz. cheiguei em casa e fomos brincar de pique - esconde na rua, ( só a galera do piu piu aq do bairro)  e foi muito, muito divertido!! Com certeza esse foi o melhor aniversário, com os melhores amigos. ( e ainda nem chegou o niver kkk)

Obrigada mesmo à todo mundo, eu amei tudo!

A agora a mala já está pronta. Olhando pra ela agora achei Pouca coisa em meio a tanta expectativa. Eu desejo que esses 3 dias sejam os melhores desse ano, que tudo seja lindo e que nada possa estragar as lembranças boas que ficarão pra sempre. Os sentimentos ruins e as indiferenças eu vou deixar dentro do armário, trancados até o retorno. Esse final de semana eu serei neutra, sem pensamentos, sem diferenças, serei apenas parte de uma turma. É tão triste ver e sentir o final do ano chegando, e imaginar o quanto as pessoas irão se afastar, algumas sumirão, outras tentarão permanecer por perto... mas eu estaria sendo hipócrita se acreditasse que as coisas continuariam iguais. Eu quero aproveitar cada minuto ao lado dessas pessoas a quem tanto tenho carinho, que esquecer o que me magoa e curtir. Eu só quero curtir vocês e levar pra sempre na memória cada minuto insano que vamos viver nesses 3 dias.

ps: Bom na volta eu conto o resto... Espero q tenha muita coisa boa pra contar... RS
Bju

A noit d onteeem

- kd o carro? A Niw levou ¬¬
-Ahhh... vamos andando pra esquina, lá passa lotada!
- Errr... depois daquela esquina ali nós seremos assaltados...
- Nãão... ali na curva passa lotada...

cri cri cri...

- Vamos voltar pro bar!

- Eu não consigo COF COF paraaar COF COF de tossiir COF COOOOOOF.... Agora eu to chorando! É normal chorar? COOF COOOF!
- COOF COOOOF hauauhahauhuahauhuah é assim mesmo COF COF.
- COOOOOOOOOOOOOOF aiii... saiu uma coisa que COF tava presa há meses COF COF.

- Já comi pra caralho, vou dormir!
...
- kra... ela só comeu metade de um pedaço ¬¬

- Vamos embora, mas vamos levar a pizza e a coca-cola só de sacanagem!!
[ no meio do caminho ...]
- Vamos trocar, tu leva a coca e eu levo a pizza...
- beleza
PLAFT! Pizza no chão!

- caracaa... roubamos a faca e o garfo huahuahuahuahua Estamos armados! vc vai com o garfo que eu vou com a faca!!

- cara... acho que deixei meu celular lá!
- Ahh nao... não vamos voltar!
- Err...
( Anda um pouco )
- Ahhhh... tava aqui no meu pinto!!!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Porq eu sei que é amor... ♪



Hj fim de mais um  plantão as 00:00 hrs, saindo do estacionamento olhado pro outro lado da rua, lá esta ele dormindo sobre o volante. Sai do carro Cheguei pertinho e fiquei olhando vc dormi. Por um minuto me passou mil coisas á cabeça. Senti-me uma boba. Como posso não consegui demonstra  o quanto você tem sido especial?
Matheus sei que tenho sido silencio muitos, e distancia maior ainda. Sinto como se tivesse anestesiada, imune a você ou a qualquer tipo de sentimento. Mas hoje por uns minutos muitos, fiquei com a tua imagem entre o real e o abstrato, só em olhar pra vc eu sei que tem um quê de felicidade escondido, sempre presente, sempre do meu lado. ( mesmo que nunca tenha demonstrado isso).
Sabe, sempre fui movida pelo amor. É uma necessidade minha essa de me envolver e mergulhar de cabeça e sonhar de olhos abertos, mas tenho melhorado muito nos últimos tempos, ponderando mais e amando menos e te confesso que isso me maltrata. Pois sinto me perder na essência daquilo que sempre fui: meio boba. Meio suspiro demais, coraçãozinhos demais, vermelho demais, surpresas demais. É arriscado, eu sei, são tombos atrás de tombos, para que me reerga e caia de novo. Inúmeras e incontáveis vezes. Então tenho ensinado meu coração a ser mais comedido e aprendo com ele e, para não me evaporar inteira, passo a amar pequenos detalhes que me enchem de alegria e pincelam de sorrisos o resto de um dia tão cheio de rotina, como ti ver hj meia noite dormindo ao volante, me esperando,  como nossos cafés da manha na facul nem tão amargo, nem tão doce como esse teu bom humor matinal, teu sorriso de cara amassada e teu cheirinho de preguiça, de insônia e de noite mal dormida...

Vc é quem tem convivido diariamente com meus defeitos potencializados e sei o quanto posso ser insuportável. e Deus sabe o quanto agradeço por t vc aqui hoje comigo...

Nada paga a consciência suja de não ti dar meu melhor. E por sorte ou justiça ou injustiça, sempre  recebo d ti o teu melhor.
Sei q não têm sido fácil pra você meus sérios distúrbios de personalidade...
Só tu mesmo pra agüentar minha  teimosia dramática,  e ainda t  a  capacidade de me poupa das minhas próprias brigas fúteis.

Brigada por suportar meus porres incuráveis e ressacas intermináveis. Sei que sou chata, e chata e chata e chata. Tenho consciência disso, mas prometo melhorar...

Sei que tenho sido rainha de não ser o que aparento e a exagerada em todos os aspectos mais só quero que saiba q  fico feliz em saber que encontrei uma pessoa que merece de fato receber. e por mais que eu  nunca diga , foi um prazer ti encontrar e ti ter aqui...

Ti gosto muito muito muito meu odontólogo favorito ...

Obrigada por esta sempre do meu lado, obrigada por toda essa paciência que vc tem comigo, obrigada por não desistir de min.


sábado, 6 de novembro de 2010

"Quando começamos a trabalhar no nosso futuro, nosso presente fica chato, entediante e previsível. Porém deixar de mão "aquilo e aqueles" que só atrasaram o teu crescimento é a melhor coisa que tu faz. O futuro é recompensador."

O melhor da vida é olhar pra tras e ver o quanto você esta melhor agora e o quanto você cresceu e se fortaleceu
=]
E eu devo isso à alguem... Obrigada a você, pessoinha perfeita...

coisas do mato...

Tenho me sentido estranha. Não é o meu normal dizer " Preciso sentir a energia da natureza ". Não sou naturalista, ambientalista, nem simpatizante com atividades verdes, mas tenho sentido uma necessidade tão grande de sentir cheiro de mato, ver o sol nascendo perto do rio, sentir outras culturas e isso tem me influenciado muito. Uma necessidade de estar só com quem se gosta, estar longe de barulho, de muita gente, de mal entendidos. Estar em paz. Preciso tanto realizar isso, preciso de chinelo e vestido, forró e mato. Será que pirei de vez? Perdi meu centro de uma vez por todas? haha, sei lá... só quero sentir essas coisas pra descobrir.
Pra onde eu iria? Pra uma fazenda, com cavalos pra ficar muito tempo andando a toa, com uma cachoeira, um riacho, comida feita em panela de barro, uma roda de viola de noite e fogueira. Quero muito? Viu? Eu disse que tava estranha.

" Há uma estrada de pedra que passa na fazenda                 
É teu destino, é tua senda onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo que marcam tua história,
Fogo que queima na memória e acende os corações... "

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

quarta feira. 03 de novembro de 2010

Hj amanheci impregnada de preguiça e espanto o sono grudado no corpo, me sacudindo inteira. A cabeça resmunga, evapora e o travesseiro faz charme, igual o gato de botas do sherek, implorando para que eu fique só mais um pouquinho. E como não sou forte o suficiente pra ele me rendo uns míseros três minutinhos – tempo suficiente para que o sono volte e fique como poeira no meu corpo cansado, para que os olhos lutem por si fechar e o sonho, que há tempos não vem, bate a porta pedindo para entrar. Não. Não. Não! Hj não é sábado, estou apenas na metade da semana e a maldita da rotina exige o Maximo de mim. Recomeço tudo de novo, abrindo a janela e deixando o Maximo de luz entrar e sorrio, aliviada, ao sair debaixo das cobertas e sentir um clima fresco de verão, bem no meio de um começo de inverno maluco do maranhão.

Dez passadas. Olho-me no espelho, rosto amassado, ressaca de sono visível, sorriso ofuscado. Tem sido sempre assim quando acordo solitária, na minha cama minúscula. Poderia ate citar uma descoberta minha, feita há algum tempo, mas prefiro não me revelar. Não me rebelar. Mas adianto, de antemão, que talvez seja só porque não me sobre tempo para pensar. Entendendo as horas, o sono bate, o sonho não vem, o despertador toca e eu acordo, leve e saltitante para a rotina que me chama. Isso quando. O que não foi o caso. Anyway. Preciso aprender a ser mais subjetiva, já me contaram uma vez. E a ser mais direta, me contaram uma outra. Volto para o rosto deplorável no espelho e recomeço a tortura de pensamentos da noite anterior. As palavras que quero dizer e não digo, as perguntas que quero fazer e não faço e, claro, as minhas conclusões as vezes precipitadas que, quanto mais o silencio fica em torno delas, mais elas se fazem verdadeiras.
Nesse ponto volta tudo de novo. Os dentes já estão escovados, o uniforme já estar vestido e a cama está impecável. Refaço meu rosto amassado, pito-me. Quase bom, se não fossem os olhos inchados. Ensaio um sorriso e escuto a voz de Caio F., inventada, na mente: cuidado com ilusões, mocinha, profundas e enganosas feito o mar. Repito, repito, repito, ate redecorar. Feito o mar, feito  o mar, feito o mar. Sábio esse tal de Caio, penso e saio, atrasada. Apressada, como sempre. Pego uma barra de cereal, sortida, ao leu e saio pisando firme, respirando o ar. Entro no carro, Hermanos a tocar. Calma, penso. A maquiagem, logo cedo, não pode borrar.

domingo, 31 de outubro de 2010

O tempo...

Impressiona-me a rapidez do tempo que empurra a lembrança sempre mais para trás. Desenho as formas quando necessito e tiro o pó da memória, recordando dias sem saudades e agora, falando dela te digo que não dói. Suporta-se. Aprendi a tolerar a deixar pra depois e não chover sempre que teu rosto me vem à mente e agora te conto que o coração até está pequenininho dentro do peito, mas os olhos continuam calorosos feito o sol em céu azul. E te sorrio e te canto e nos recordo. Fluidez.

Tem vezes que o tempo assusta. Nunca imaginei uma vida de distancias tão comprida e, por ora, me encontro sozinha, mergulhada em lembranças tão só minhas e numa incredibilidade grande. Repetitivo, bonito. Re-pe-ti-ti-vo. Saudade, saudade, saudade. Chuva, chuva, chuva. Eternidades. Discrepâncias. Destinos? Tornei-me cética e parei aí. Desacredito. E, desacreditando, tua voz não me vem com freqüência, não há mais conversas nas madrugadas insones e não imagino mais o tamanho da minha barra de chocolate (risos), nem derreto teu olhar de chocolate ao leite. Você está cada vez mais distante.

Eu estico os dedos pra te segurar nas mãos. Um toque e tudo fica bem. Vê a impossibilidade disso tudo? Só queria uma brisa tímida me beijando o rosto e o abraço do vento no corpo. A sensação do conforto do refugio. E depois de algumas muitas linhas inerte, lá vem à chuva me encher de novo, em meio ao sorriso que solto num lamento de alivio. Me faz bem derreter e te sentir aproximar-se e saber que ainda somos eternos, nesse tempo que escorre, prolongando saudades que só tendem aumentar.




sábado, 30 de outubro de 2010

Nos últimos dias foram tantas as cartas que escrevi sobre as coisas que não disse, deixando tudo assim então, não dito, não enviado.

(...) E o tempo por aqui me fez ter vontade de te contar que tem feito dias bonitos. Soube que por aí tem chovido. (...)
E eu odeio quando você está sempre certo e de como tem sempre tanta razão. Na primeira noite da minha nova/velha vida sem você, eu só consegui dormir assim: sentindo raiva de você porque mais uma vez você parecia estar certo e nós não dávamos certo mesmo, por termos aquilo que vcê chamou de incompatibilidade de gênios. Eu, com meu gênio forte, você com seu gênio difícil, ou mesmo ao contrário e ainda sim de acordo com o que somos. Odiei você por resumir a gente desse jeito, por fazer de nós apenas o casal do amor que apesar de grande não basta.
E mais uma vez então te odiei por estar jogando todo esse amor enorme fora, e por conseguir me convencer de que ele merecia mesmo ser jogado fora, porque era grande, mas não suficiente para mudar os desencontros. Me odiei pelo nosso primeiro encontro, pelo nosso primeiro beijo,  pelo nosso primeiro mês junto e por todos os outros quatro que vieram depois, por tentar ti impedir de ir embora sem  sequer te dito adeus, por te me feito chorar de dor.
Eu já farta dessa dor de amor que não dá certo, de amor pouco, de amor torto, desse meu jeito de amar que parece sempre errado, ou indiferente. Eu fui embora sentindo que meu sentimento era, pra você, indiferente. Então não me restava nada. Já não quero nada de volta. Que tudo ficasse ali para que se algum dia você quisesse, lembrar de mim. Mas não queria voltar a vê-lo, morreria com meu amor pouco, com a dor de mais um desencontro e de mais uma frustração.
Eu não disse, mas de todos, você não foi apenas o melhor. Foi também o pior. Você deixou amor e dor. Só que dessa vez muito mais forte do que qualquer outro que tenha deixado só dor. Porque eu amei você, e me senti amada, e depois então desprezada, descartada. E não sei o porquê, mas sentada na areia de frente pro mar naquele sábado a noite  eu senti, eu soube, doía diferente.

Era só tristeza nada mais. Descrença, desanimo, desgaste, ou qualquer coisa outra que comece com ‘des’ que traga o tom de despedida. Eu tentei tanto não pensar em você por todo o resto do dia do nosso fim que toda vez que me escapava à concentração na vida e no dia, ou em qualquer besteira, bobagem, você voltava transbordando meus olhos de lágrimas.
Por isso resolvi esquecer. Procurar um lugar  onde faz sol.
Hj seca eu já não sinto nada, olho  fotos, leio nossos e-mails trocados. Voltei a ouvir  Los Hermanos (que foi trilha sonora de cada conversa) que me faz pensar em você.  As mesmas coisas lindas que não existiam mais na quinta-feira de manhã. As coisas lindas que eram poucas, insuficientes, insignificantes. As coisas lindas que não eram capazes de despertar em você esperança na gente e que quando você apagou, me deixou triste mesmo por conta do vazio.
quando encontrei o sol tudo que tinha pra mostrar a ele era um coração vazio  que você deixou, ou que não deixou.
Só queria ti dizer que aqui tem feito tanto sol. E q eu tenho sentido tão pouca fé na gente. Você matou aquela que não era nem tão grande, mas que se engrandecia pelo meu amor por você. Hj o que resta é tão pouca fé em tudo o que você diz.  você conseguiu transformar tudo em mentiras pra mim, eu não vejo razão alguma ou nenhuma que seja realmente suficiente para eu pensar em voltar.
Eu me tranquei nessa casa de vida tranqüila só pra não sair novamente pra rua e me machucar por amar você. Me doeu tanto amar você que eu resolvi amar menos. Ou não amar pra não sofrer.
Eu te dei todo o meu amor, e em todas as  manhãs durante todos esses dias. Dei e ouvi de você que não bastava. Que nosso amor não bastava, quando para mim, ele é o que sempre basta, o que sempre importa.
Essa carta é mesmo pra dizer que em algum canto dessa casa ainda tem amor pra você, porque ainda tem muito amor por você dentro de mim. Mas hj não basta. Espero que os seus dias sejam mas ensolarados do que os que tem feito por aqui. Porque aqui ele tem brilhado muito...

Porta entreaberta

Destabilizada. Desconfigurado. Desbotado.

Foi retirado de mim sem aviso prévio. Recolheu as trouxinhas e se foi. Deixou a angústia, uma grande interrogação, uma saudade e talvez uma indignação que pulsa com toda força do orgulho.
Eu nunca pedi pra você vir até mim, nem nenhuma palavra, aliás nunca esperei nada disso. Não dessa forma.
Sem a paz que você me trazia e o carinho que confortava meus dias, fico eu aqui sem saber o que fazer, me sentindo perdida nas minhas próprias palavras, tropeçando nos meu sentimentos e buscando qualquer coisa que preencha os vazios intermináveis da minha alma.
Não vou pedir que volte, que reescreva os rascunhos, que contrua qualquer coisa bonita pra me agrade. Não cobro e nem imploro nada. Só acho que, sinceridade não deve ser abandonada por nenhum ser mortal. Vamos pôr a cara a tapa e expor todas as cartas na mesa. E não enfiar o rabinho entre as pernas e ir embora como se não houvesse.
É muito mais prático deixar uma pessoa falando sozinha do que dar atenção a ela. Mais aí vai de cada um. Faça com o outro o que você gostaria que fizessem com você e assim vai.
Minhas buscas e achados tem sanado a falta por alguns instantes, mas sempre fica faltando aquele detalhe que só pode vir de você. Incompleto, eu vou levando porque eu não vou ficar mais te lembrando que eu tô aqui, isso é chato, pra ambos. Também não vou apertar o del e achar que tô fazendo bonito. Sua importância fica, porquê antes de tudo, ela já existia. Eu não guardo rancores, não desejo vingança. então não tem porquê querer também que você suma de vez da minha vida. É contra a minha lei. Eu agrupo, intensifico, mantenho ou simplesmente guardo. Uma vez estando é pra sempre. Suba de níveis, recomece, conquiste pontos, me conquiste e volte para onde esteve. Fica por conta do jogador.

O tempo passa, as coisas acontecem, você vive, eu vivo, sangro, me desespero, me encanto, rabisco, colorindo, me reinvento, cativando amores e seguindo.
ps.: essa já faz alguns dias q  estava arquivada, e que provavelmente iria pra lixeira... hj a New viu, gostou  e pediu pra eu postar ... Então aqui esta...

 

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

“ eu sou lúcida na minha loucura
Permanente na minha inconstância.
 Inquieta na minha comodidade.
Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos do que sou capaz.
Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais."

Martha Medeiros
 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010


" Até onde podemos ir? Até o limite do suportável. Um belo dia, depois de inúmeras repetições do mesmo erro, a gente desiste. Com tristeza pela perda, mas com alegria pela descoberta, diz pra si mesmo: cheguei até aqui. E, então, a vida muda."(Martha Medeiros)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

hehehehehehehe

Pedro: - e aí? Como anda o homem da sua vida?
Neidy: - pelo jeito ele é o homem da vida de muitas outras...
Pedro: - hahahahah e como você esta?
Neidy: - indo, vai passar. Se passou com você, passa com qualquer um...
Pedro: - isso foi uma declaração de amor?
Neidy: - não. Foi uma declaração de liberdade mesmo
Pedro: - (...)
Neidy: - queria um longo abraço agora
Pedro: - deveria me recusar depois dessa.
Neidy: - kakakakakakaka
Neidy: - vamos jogar cafémania hj?

Pedro: - vc passou de novo!
Neidy: - quem mandou você ensinar?!?
Pedro: - eu??! Você que queria distrai-la e inventou essa de cafémania
Neidy: - passei passei passei de vc de novo!
Pedro: - sabe como é né, sorte no jogo hahahah azar no amor
Neidy: - aiiiiiii, machuca mesmo!
Pedro: - presta tenção aí tua comida já ta pronta...
Neidy: - passei! aposto tudo...
Pedro: - porra! Não né... não é possível!
Neidy: kakakakakaka
pedro: - filha da mãe! Você blefa muito bem
neidy: - aprendi no amor
Pedro: - não jogo mais com você
Neidy: - hahahahhahahaha

E assim a gente vai, dia após dia...



ps: já tava indo dormi, mas voltei aqui só pra postah isso pra ti Pedro Turrini rsrsr

Adeus você.

 Já dizia Caio Fernando: "Ou me quer e vem, ou não me quer e não vem. Mas, que me diga logo pra que eu possa desocupar o coração."
Como sempre, não tive paciência pra esperar resposta nenhuma, esvaziei meu coração por conta própria.
E game over.

O pior estágio de todos.

Eu não gosto de saúde pública. Eu não gosto de preencher fichas. Eu não gosto dos mil protocolos que é preciso seguir. E nem venha me dizer que é pra manter a organização, porque o sistema público do Brasil é tudo, menos organizado. É burocracia demais pra uma unidade de saúde só.
Eu não gosto principalmente das mil fichas de pré-natal. Eu não gosto da minha professora. E ela também não gosta de mim, o que é pior. Eu não gosto da ladeira do estágio, da escada do estágio, da data do estágio, de nada.
Eu não gosto da forma como eu me comporto lá, e é inevitável. Eu não gosto de ficar calada, preguiçosa, pouco a vontade. Não gosto de confundir termos técnicos, de jogar a gaze fora e de puxar o espéculo antes da hora. Eu faço tudo errado lá.
Tô com saudade dos bebês, das vacinas e dos curativos.

domingo, 24 de outubro de 2010


" Oops!...I did it again, I played with your heart.. " ♫ Faz um pedido! Quê? Vi uma estrela cadente... ( Um namorado novo! ) Droga! Eu pedi mesmo isso? Inconsciente babaca, era pra pedir dinheiro.
Você tá com uma carinha saudável hoje, pode até ser maquiagem, mas tá. Como há muito tempo eu não te via.
Mesmo? Acho que talvez eu esteja feliz, também como há muito tempo não me sentia.
Aii, deixa essa tocar " The best, the best, the best of yooouuu... " ♫ Tá rindo do que? Sei lá... ta vindo de uma coisa aqui, bem aqui perto do meu estômago. Cadê o seu cel
ular? Putz... esqueci. Você esquecendo o celular? É... estranho, não faz falta. Quero dançar...

sábado, 23 de outubro de 2010

frase do dia!

"Eu nunca vou esquecer você. Eu não soube o que fazer com você, mas sei o que fazer com o não você. Isso eu sei fazer e faço bem. Lembrar que era terrível e incrível. Terrível, meu amor, como poucas (ou nenhuma) coisas foram. Mas absolutamente incrível."

Vento...

Eu escrevo, depois apago. Escrevo mais um pouco, depois apago. Os sentimentos mudam tanto durante as 24 horas do dia, tanta coisa sai do lugar, a gente tropeça porque não arrumou a bagunça e quando tudo começa a voltar pro lugar, você então percebe que muita coisa tá quebrada. É hora de jogar fora. Esvaziar a cabeça pra enxergar direito. Todos esses dias eu estranhei a minha frieza, minha dificuldade em chorar, e hoje eu esvaziei, chorei tudo, chorei por cada palavrinha. E agora eu pergunto, o que restou ? Que sentimento é esse?
E as pessoas continuam querendo o mal das outras, continuam não se satisfazendo com as próprias vidas, ainda existe aquela necessidade em ser o juiz da verdade, jogam no vento mil coisas, sem pensar nas consequências que isso teria pra vida de uma outra pessoa, e querem saber? O vento não cessa, ela dá a volta.

Mas agora só existe uma certeza, sou um túmulo. Passar bem

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

" Paciência e fé. É o que eu tenho buscado pra esse meu outubro com gosto de fracasso. "

Fim do show


Eu só sinto em informar aos senhores, que nada mais me surpreende. No meio do espetáculo a máscara dele caiu, eu só levantei e fui embora.