sexta-feira, 22 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Fim do show
domingo, 17 de outubro de 2010
Considerações finais
Oito vezes. Foi a quantidade que abri a tua janelinha no messanger só para olhar tua foto e observar algumas palavras trocadas e lembrar de algumas palavras ditas e sorrir, por dentro, só pelo fato de ter ti conhecido. Disse uma vez, aqui neste mesmo canto, que poderia parar apenas na troca de palavras e bastaria e hoje conto que não, que eu precisava ter descoberto você, ter tocado você. Eu precisava sentir teus olhos me analisando e precisava enxergar as estrelas no teu sorriso e rir. Gostosamente, das muitas atitudes bizarras e tão espontâneas. Era fato: não tinha como ser infeliz do teu lado. Você transborda alegria, garoto, mesmo quando triste.
É marca registrada tua.
Eu tentei manter o coração tranqüilo e não me apaixonar e, de inicio, tava tudo indo muito bem, obrigada. Mas precisava ser tudo tão perfeito, tão conto de fadas, tão
tudo-que-sonhei-pra-mim? Desde que ouvi teu nome, num fevereiro tão tempestivo, sabia que, ao ti conhecer, seria inevitável. Então vesti minha armadura, fingindo não me importar, não ligar, não querer saber, por mais que cada pedacinho minúsculos do meu dia fosse recheado de você. Escondi o riso cada vez que via teu nome na tela do meu celular, cuidei de mim minuciosamente na expectativa de que você viria, convidaria, que um dia estaria aqui.
Tive medo de me expor. De estragar tudo, perder contato. E tentei me satisfazer com os acasos e aceitei mendigar você... Era uma forma de ter por perto, de ti ver sorrir, de ti ver contar, de te ouvir cantar, mas isso foi me consumindo de tal maneira que passou a doer, garoto. Enlouquecia, sozinha, sem saber o que fazer. Precisava que você soubesse que eu estava tão-ai-pra-voce como te soube, um dia, e desperdicei com os meus medos bobos. E resolvi falar e sonhei que tudo ficaria bem, que era o ponto que falta, que sequer imaginei outro rumo, outras formas, outro fim. Sequer imaginei que fim.
E vi tudo desmoronando com tanta pressa e fiquei sem entender, porque não tinha nada para ser destruído, não tinha nada que ser terminado. Eu só precisava dizer que estava acima do limite do gostar e q doía. Só. não queria nada mais, não queria que chovesse como choveu a noite inteiro. Mas suporto. Apesar de, eu suporto. De tudo tão vazio que ‘ta agora, de todas as lembranças que eu teimo em não guardar, de todas as musicas que escuto só para recordar, de tudo que machuca, eu sorrio ate com os olhos, por ter tido o prazer (imenso) de um dia ter esbarrado em você e ter podido te conhecer. Fazer parte, ainda que por pouco tempo.
Agora toca los hermanos e sou obrigada a rir. Da ironia, da coincidência, sei La. Dane-se. O coração ta tranqüilo e eu ‘tÔ serena, risonha e fingindo, como sempre fiz. Para perceber, é só ver os olhos, que perderam o brilho, o riso. Dentro deles, não há mais você. E, apesar de, hoje te vejo quando me encaro no espelho, pois tive, depois de muito dizer que não, a chance de crescer. Amadurecer por dentro, amadurecer as idéias e aprender que nada deve ser calado – mas antes eu nada tivesse dito... e assim eu encerro, por um tempo ou dois tempos, esse canto aqui. Vou me dedicar ao livro, a vida. Nessas linhas, não haverá mas nada de mim. Agora virei silencio.
É marca registrada tua.
Eu tentei manter o coração tranqüilo e não me apaixonar e, de inicio, tava tudo indo muito bem, obrigada. Mas precisava ser tudo tão perfeito, tão conto de fadas, tão
tudo-que-sonhei-pra-mim? Desde que ouvi teu nome, num fevereiro tão tempestivo, sabia que, ao ti conhecer, seria inevitável. Então vesti minha armadura, fingindo não me importar, não ligar, não querer saber, por mais que cada pedacinho minúsculos do meu dia fosse recheado de você. Escondi o riso cada vez que via teu nome na tela do meu celular, cuidei de mim minuciosamente na expectativa de que você viria, convidaria, que um dia estaria aqui.
Tive medo de me expor. De estragar tudo, perder contato. E tentei me satisfazer com os acasos e aceitei mendigar você... Era uma forma de ter por perto, de ti ver sorrir, de ti ver contar, de te ouvir cantar, mas isso foi me consumindo de tal maneira que passou a doer, garoto. Enlouquecia, sozinha, sem saber o que fazer. Precisava que você soubesse que eu estava tão-ai-pra-voce como te soube, um dia, e desperdicei com os meus medos bobos. E resolvi falar e sonhei que tudo ficaria bem, que era o ponto que falta, que sequer imaginei outro rumo, outras formas, outro fim. Sequer imaginei que fim.
E vi tudo desmoronando com tanta pressa e fiquei sem entender, porque não tinha nada para ser destruído, não tinha nada que ser terminado. Eu só precisava dizer que estava acima do limite do gostar e q doía. Só. não queria nada mais, não queria que chovesse como choveu a noite inteiro. Mas suporto. Apesar de, eu suporto. De tudo tão vazio que ‘ta agora, de todas as lembranças que eu teimo em não guardar, de todas as musicas que escuto só para recordar, de tudo que machuca, eu sorrio ate com os olhos, por ter tido o prazer (imenso) de um dia ter esbarrado em você e ter podido te conhecer. Fazer parte, ainda que por pouco tempo.
Agora toca los hermanos e sou obrigada a rir. Da ironia, da coincidência, sei La. Dane-se. O coração ta tranqüilo e eu ‘tÔ serena, risonha e fingindo, como sempre fiz. Para perceber, é só ver os olhos, que perderam o brilho, o riso. Dentro deles, não há mais você. E, apesar de, hoje te vejo quando me encaro no espelho, pois tive, depois de muito dizer que não, a chance de crescer. Amadurecer por dentro, amadurecer as idéias e aprender que nada deve ser calado – mas antes eu nada tivesse dito... e assim eu encerro, por um tempo ou dois tempos, esse canto aqui. Vou me dedicar ao livro, a vida. Nessas linhas, não haverá mas nada de mim. Agora virei silencio.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
É amizade, meu bem.
Levei um susto ao ver teu nome entre as tantas janelinhas que piscava afoitas no meu MSN esquecido. Meu coração parou por uns segundos e cliquei para ti ler, com um sorriso quase feito nos lábios. Noticias, garoto! Depois de dias de silencio dolorido, umas poucas linhas de noticias tuas... Sorri com tristeza, moço, por sentir um oceano de distancia entre você e eu, e engoli a bola que se formou na minha garganta. De surpresa. De alivio. De tristeza. Ou de tudo junto, talvez. Não sei. Já estava me acostumando a não te ter por perto em linhas. Foi como si vc tivesse voltado outra pessoa, senti remorso e timidez e falta de pratica. Tudo bem, sem pender pra um só lado, admito que muita coisa eu havia perdido também [ou tentado perder]. E o horário, lembra?
E agora me veio outro riso bem bobo, que refletiu fácil em meus olhos e te digo que senti saudades dessa nossa sincronia e piadas internas. Saudade de toda felicidade que é conversar contigo, sem preocupações, sem pressa, sem porquês.
Apenas por fazer bem e bastar e nos entendermos e rimos e confessarmos e nos compreendemos como ninguém. Li todos os teus motivos, soube da tua vida de tantos anos em pouco tempo, que me sinto parte dela. E o mundo fica tão pequeno, tão bobo quando estamos eu e você em uma tela de computador que é possível acreditar que até as distancias diminuem tamanha proximidade que a gente se sente.
Fe-li-ci-da-de. É assim que resumo o nosso contato. Um punhado de riso, de careta impensada. E, sem negar, a tristeza dos olhos ao ler palavras tão doces, tão lindas e tão cheias de futuros improváveis, que jurei não mais comentar, mas que agora não vejo como calar. Senti cada frase como um adeus premeditado e, se muito for analisar, nos dependíamos varias vezes no decorrer da nossa conversa e te conto que isso muito me dói, pois tenho medo de pensar como vai ser sem você por perto, terminar de te perder por completo, ainda que dessa vez, com aviso prévio. Não, não suma! Eu não ligo se (e aqui vem outra coisa tão nossa) vier a acontecer (e vai!) e prefiro aproveitar enquanto dá, mesmo que doa mais tarde.
Consegui sem você uma vez, e conseguirei de novo. Mas o que mata mesmo é o silencio, moço o não saber. E isso eu não quero de novo perder...
Obrigada por não ser tão responsável... Eu amo você
ps: p/ meu AP das madrugadas a forah...
E agora me veio outro riso bem bobo, que refletiu fácil em meus olhos e te digo que senti saudades dessa nossa sincronia e piadas internas. Saudade de toda felicidade que é conversar contigo, sem preocupações, sem pressa, sem porquês.
Apenas por fazer bem e bastar e nos entendermos e rimos e confessarmos e nos compreendemos como ninguém. Li todos os teus motivos, soube da tua vida de tantos anos em pouco tempo, que me sinto parte dela. E o mundo fica tão pequeno, tão bobo quando estamos eu e você em uma tela de computador que é possível acreditar que até as distancias diminuem tamanha proximidade que a gente se sente.
Fe-li-ci-da-de. É assim que resumo o nosso contato. Um punhado de riso, de careta impensada. E, sem negar, a tristeza dos olhos ao ler palavras tão doces, tão lindas e tão cheias de futuros improváveis, que jurei não mais comentar, mas que agora não vejo como calar. Senti cada frase como um adeus premeditado e, se muito for analisar, nos dependíamos varias vezes no decorrer da nossa conversa e te conto que isso muito me dói, pois tenho medo de pensar como vai ser sem você por perto, terminar de te perder por completo, ainda que dessa vez, com aviso prévio. Não, não suma! Eu não ligo se (e aqui vem outra coisa tão nossa) vier a acontecer (e vai!) e prefiro aproveitar enquanto dá, mesmo que doa mais tarde.
Consegui sem você uma vez, e conseguirei de novo. Mas o que mata mesmo é o silencio, moço o não saber. E isso eu não quero de novo perder...
Obrigada por não ser tão responsável... Eu amo você
ps: p/ meu AP das madrugadas a forah...
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A tartaruga
recebi esse texto por e-mail:
Enquanto suturava um ferimento na mão de um velho gari (cortada por um caco de
vidro indevidamente jogado no lixo), o médico e o paciente começaram a
conversar sobre o país, o governo e, fatalmente, sobre Lula, sobre a Dilma. O
velhinho disse:
- Bom, o senhor sabe, a Dilma é como uma tartaruga em cima do poste...
Sem saber o que o gari quis dizer, o médico perguntou o que diabo significava
uma tartaruga num poste?
E o gari respondeu:
- É quando o senhor vai indo por uma estradinha e vê um poste. Lá em cima tem
uma tartaruga tentando se equilibrar.
Isso é uma tartaruga em um poste.
Diante da cara de bobo do médico, o velho acrescentou:
- Você não entende como ela chegou lá;
- Você não acredita que ela esteja lá;
- Você sabe que ela não subiu lá sozinha;
- Você sabe que ela não deveria, nem poderia, estar lá;
- Você sabe que ela não vai fazer, absolutamente nada, enquanto estiver lá;
- Você não entende porque a colocaram lá;
- Então, tudo o que temos a fazer, é ajudá-la a descer de lá, e providenciar
para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente, não é o seu
lugar!!!!
Enquanto suturava um ferimento na mão de um velho gari (cortada por um caco de
vidro indevidamente jogado no lixo), o médico e o paciente começaram a
conversar sobre o país, o governo e, fatalmente, sobre Lula, sobre a Dilma. O
velhinho disse:
- Bom, o senhor sabe, a Dilma é como uma tartaruga em cima do poste...
Sem saber o que o gari quis dizer, o médico perguntou o que diabo significava
uma tartaruga num poste?
E o gari respondeu:
- É quando o senhor vai indo por uma estradinha e vê um poste. Lá em cima tem
uma tartaruga tentando se equilibrar.
Isso é uma tartaruga em um poste.
Diante da cara de bobo do médico, o velho acrescentou:
- Você não entende como ela chegou lá;
- Você não acredita que ela esteja lá;
- Você sabe que ela não subiu lá sozinha;
- Você sabe que ela não deveria, nem poderia, estar lá;
- Você sabe que ela não vai fazer, absolutamente nada, enquanto estiver lá;
- Você não entende porque a colocaram lá;
- Então, tudo o que temos a fazer, é ajudá-la a descer de lá, e providenciar
para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente, não é o seu
lugar!!!!
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Um pequeno gigante...
Ele é um anjo, menina. um anjo frágil, que merece cuidado e abraços apertados pra mostrar pra ele que existem pessoas nesse mundo que vão estar do seu lado. Cuida bem dele, não deixa ele se machucar nem afirmar que ele não consegue, que é incapaz. ele é forte e precisa que alguém diga isso pra ele. ele gosta de carinho, precisa de atenção mas não sufoque muito, ele precisa do tempo dele, e ele sabe muito bem o que faz e a hora que faz. se ainda não fez, é porque ainda não é pra fazer. ele não gosta de se sentir cobrado, não gosta de fazer as coisas na marra, se é que me entende. pergunte sempre como ele está, ouça todas as coisas mais banais que ele tem a dizer. ah, ele vive com fome, não se assusta, é assim mesmo, não sabe comer besteira o dia inteiro, então, dê comida o bastante, se ele ficar um pouco lerdo ou de mal humor, é esse o motivo. gosta muito de coca-cola, assim como chocolate. se der um violão ou guitarra na mão dele, cuidado você pode perdê-lo por tempo indeterminado, assim como se soltar ele com o melhor amigo em um ensaio de bandas. ah, nunca, nunca, nunca se agarre nele com muita força, ele pode estar usando o Piercing e pode machucar o mamilo dele, e isso não vai ser legal. quando ele parecer bravo, não precisa muito, só mostra que você se importa e deixa ele quietinho, depois de uns vinte ou trinta minutos, tente de novo, ele vai estar mais calmo. como diz uma amiga minha, não goste muito de desenhos animados, não goste muito de teatro mágico, não veja "antes que termine o dia" com ele, e outra, cuidado com os apelidos que der, talvez você acabe lembrando uma pessoa. como eu já disse, ele é muito independente quando quer, mas precisa muito de alguém pra proteger ele das coisas que ela acha que o afetam. ele não é feito de pedra, se emociona, é meio infantil quando está muito feliz, mas não o recrimine, todos somos. aliás, não jogue as coisas na cara dele, você também erra, com certeza ele engole muita coisa que não gosta também. arranque o máximo de sorrisos dele, além de ser uma coisa linda de se ver, ele não dará muitos por conta própria. ele gosta muito de instrumentos musicas, musicas, pensa muito na faculdade e você vai precisar de paciência nesse sentido. não grite, ele tem pavor de gritos. não o traia nunca, não minta, não omita, não tente colocar ciúmes nele, ele gosta de se sentir seguro, e se você gosta mesmo dele, ele precisa sentir isso, precisa sentir que é o cara mais importante do universo. não deixa ele se sentir um lixo, não cometa esse erro. eu não posso dizer muito, se eu soubesse de tudo não teria errado tanto, mas essas foram as coisas que eu aprendi. o resto... o resto você descobre com o tempo.
ps: 1 foi tudo q tivii vontade de escrever hj =/...
ps: 2 Lily ñ briga cmg rs
ps: 1 foi tudo q tivii vontade de escrever hj =/...
ps: 2 Lily ñ briga cmg rs
domingo, 10 de outubro de 2010
- Eu não sei por que veio se nada deixará de ser confuso. O que te falei, não me lembro. Mas me sinto arder toda vez que lembro sua cara de expectativa, quase gritando que esperava mais de mim. pois bem, eu também esperava que você gritasse, de fato. Mas esse silêncio me faz sentir incompetente, e eu não sei lidar com minha própria derrota. Eu não queria te magoar, eu escolheria não te perder. O que sinto por você, tem mais a ver comigo do que com nós. Egoísmo, posse, costume, me desculpa. Eu poderia ser feliz, mas eu prefiro ser sincero.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Tudo isso dói. Mas eu sei que passa, que se está sendo assim é porque deve ser assim, e virá outro ciclo, depois. Para me dar força, escrevi no espelho do meu quarto: 'Tá certo que o sonho acabou, mas também não precisa virar pesadelo, não é?' É o que estou tentando vivenciar. Certo, muitas ilusões dançaram - mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas. Também não quero dramatizar e fazer dos problemas reais monstros insolúveis, becos-sem-saída. Nada é muito terrível. Só viver, não é? A barra mesmo é ter que estar vivo e ter que desdobrar, batalhar um jeito qualquer de ficar numa boa. O meu tem sido olhar pra dentro, devagar, ter muito cuidado com cada palavra, com cada movimento, com cada coisa que me ligue ao de fora. Até que os dois ritmos naturalmente se encaixem outra vez e passem a fluir. Porque não estou fluindo.
Caio Fernando Abreu, sempre.
Caio Fernando Abreu, sempre.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
O instante em que penso em te agradecer, e fatalmente te explicar o espaço imenso que você ocupa em mim é o mesmo instante em que qualquer palavra torna-se minha inimiga involuntária. o que te dizer, além de tudo? como te explicar por partes esse exagero que construímos? queria doar parte da sinceridade que somos, porque talvez seja pesado demais carregá-la sozinhos. ou não... nenhum peso será suficientemente danoso se tiver você para dividir comigo. atualmente me vejo apenas como resultado das conversas que temos. como se você fosse a caneta para desenhar o meu caráter, e eu consciente de que não posso me escrever sem sua mão tão firme. agradecer, não me basta. dizer que preciso de você, não me sustenta. saber que nenhuma distância causará um afastamento nosso, não me acalma. eu não sei o nome que deveriam dar pra gente. eu poderia jurar que tenho o mesmo sangue que você. ou até mesmo a mesma fisionomia. que quando eu como, você também sente fome. ou quando você chora, sou eu quem está sofrendo. no meio de tanto caos e desconhecimento, o único fator que me conforta é você ter entrado na minha vida e permanecido nela, como havia de ser. estamos juntos. estaremos sempre juntos. e nem o universo, preenchido de todas suas conspirações, poderá mudar isso.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
texto roubado, somente roubado...
Ainda insiste em fugir de mim... Mas sera que não percebe o mal que me faz com isso?
Porque eu? Que em defesa de seu nome e tudo que carrega até declaração de amor fiz.
E a boca fui para calar os mil insultos que outras bocas cruéis despejavam em você...
Fui seu pulso na hora em que nada tinha mais a argumentar, fui sua força enquanto apenas me cobria...
E agora, assim tão fácil, ensaia em me deixar justamente no palco que te fiz.
Ousa sair de minha vida depois de tudo que juntos vivemos!
Diz! Fala pra mim o que é que ta pegando?
Quem tem que sangrar para que o sacrifício te cole em mim?
Eu aprendi a te amar quando apenas eu não te odiava... Eu tive que me dobrar, sofrer, para que seu peso não fosse nada pra mim e eu pudesse ir para todos os lados e te carregar sempre comigo...
Me fiz orgulho por estar contigo, me espalhei entre iguais, cantei seus cantos e duvidas... Pra você achar por bem ir embora?
Egoísta! Você acha que vai se encontrar aonde?
Ninguém... Escuta! Ninguém vai te querer da maneira que eu te quis... Nenhum amor sera o bastante, nada!
Eu te dei respeito, te protegi, pra isso?
Já vi essa historia, conheço casos parecidos, situações como esta, e se liga, ninguém sai ganhando não!
Fala! O que foi que eu fiz? Fala!
Não importa... Sem duvida foi besteira, não percebi, vacilei, magoei, mas vai passar... vai sim, ai, já passou! Volta aqui! Por favor! Me diz o que foi....
Nem quando eu apanhei por você desejei estar em outro lugar senão contigo...
Nem quando cuspirão em mim, nem quando fui rejeitada, nunca desejei estar em outra vida que não fosse a nossa... Porque?
Já é por demais meu para querer ser de outra, e ao sair não sera nada... Pele morta entregue ao acaso numa rede de tratamento de esgoto... A se misturar a varias outras, sem identidade, sem vida...
É isso que você quer?
É esse seu plano... nos matar?
Em tudo que leva seu nome me vi, ti ligo a tudo que é meu, e crio um mundo nosso... Porque partir?
Fica vai, vamos reconstruir aquilo que estragamos, e tentar ficar bem...
Preto no preto como sempre foi...
Fazer a nossa maneira, respeitando nossa natureza, essa coisa de pele...
E não nos deixar vencer por quem já esta derrotado!
Cole em mim outra vez, vem fazer parte de meu corpo e historia...
Esqueça aquilo que nem eu sei o motivo para se esquecer e se agarre a mim, como sempre foi... Nos dois!
Volta!
ps: do blog do maik... ai ai, criatividade é pra poucos. bem poucos.
Porque eu? Que em defesa de seu nome e tudo que carrega até declaração de amor fiz.
E a boca fui para calar os mil insultos que outras bocas cruéis despejavam em você...
Fui seu pulso na hora em que nada tinha mais a argumentar, fui sua força enquanto apenas me cobria...
E agora, assim tão fácil, ensaia em me deixar justamente no palco que te fiz.
Ousa sair de minha vida depois de tudo que juntos vivemos!
Diz! Fala pra mim o que é que ta pegando?
Quem tem que sangrar para que o sacrifício te cole em mim?
Eu aprendi a te amar quando apenas eu não te odiava... Eu tive que me dobrar, sofrer, para que seu peso não fosse nada pra mim e eu pudesse ir para todos os lados e te carregar sempre comigo...
Me fiz orgulho por estar contigo, me espalhei entre iguais, cantei seus cantos e duvidas... Pra você achar por bem ir embora?
Egoísta! Você acha que vai se encontrar aonde?
Ninguém... Escuta! Ninguém vai te querer da maneira que eu te quis... Nenhum amor sera o bastante, nada!
Eu te dei respeito, te protegi, pra isso?
Já vi essa historia, conheço casos parecidos, situações como esta, e se liga, ninguém sai ganhando não!
Fala! O que foi que eu fiz? Fala!
Não importa... Sem duvida foi besteira, não percebi, vacilei, magoei, mas vai passar... vai sim, ai, já passou! Volta aqui! Por favor! Me diz o que foi....
Nem quando eu apanhei por você desejei estar em outro lugar senão contigo...
Nem quando cuspirão em mim, nem quando fui rejeitada, nunca desejei estar em outra vida que não fosse a nossa... Porque?
Já é por demais meu para querer ser de outra, e ao sair não sera nada... Pele morta entregue ao acaso numa rede de tratamento de esgoto... A se misturar a varias outras, sem identidade, sem vida...
É isso que você quer?
É esse seu plano... nos matar?
Em tudo que leva seu nome me vi, ti ligo a tudo que é meu, e crio um mundo nosso... Porque partir?
Fica vai, vamos reconstruir aquilo que estragamos, e tentar ficar bem...
Preto no preto como sempre foi...
Fazer a nossa maneira, respeitando nossa natureza, essa coisa de pele...
E não nos deixar vencer por quem já esta derrotado!
Cole em mim outra vez, vem fazer parte de meu corpo e historia...
Esqueça aquilo que nem eu sei o motivo para se esquecer e se agarre a mim, como sempre foi... Nos dois!
Volta!
ps: do blog do maik... ai ai, criatividade é pra poucos. bem poucos.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
...
hj to com aquela sensação estranha de ter mergulhado a ponta do dedo num copo de passado e enfiado na boca rápido, descobrindo numa lambida só que algumas coisas quando amargam não voltam a ser doce depois de um período de abstinência. Passei esbarrando por algumas pessoas, fui quase atropelada por alguns carros, as ruas ficaram um pouco tortas de uma hora pra outra e meu equilíbrio que andava tão em dia comigo resolveu falhar.
Esse é o problema de gostar das pessoas. Pessoas fodem sua vida, partem seu coração, comem outras pessoas quando deviam estar só comendo você. Pessoas têm passados de histórias de amor que não foram com você e, no fundo, a gente sempre sabe que a gente também tem o nosso e faz parte do passado comprometedor de alguém. E pior, até onde vale à pena lutar com garras afiadas contra o passado de quem a gente ama, ou esconder com todos os recursos de privacidade o que já aconteceu na nossa própria vida?
O problema do meu ciúme é que ele é tão grande que acaba ficando sem foco. Meu ciúme não tem nome porque eu consigo dar variados nomes à ele todos os dias, em todas as suas ações eu consigo achar alguém que está ali, bem escondidinho no canto do seu cérebro que administra todas as lembranças que foram feitas antes de eu chegar. Meu ciúme é tão imbecil, que eu às vezes penso que se eu abandonar você eu posso finalmente me tornar uma lembrança grossa que também caber (e ainda roubar o lugar de algumas pessoas) nessa parcela de massa incefálica que eu ainda não posso entrar. Se eu fosse passado e não presente, seria eu que ia importunar, não quem estaria sendo importunada.
Daí eu fico inspecionando meu passado de perto todos os dias atrás da moita, que é pra eu me lembrar que eu também tenho um e que, se você resolvesse futucar aqui e ali o tempo todo (como faço eu), você também sentiria ciúme de mim. Mas aí me vem sempre aquela outra pergunta: será que você não sente? na vontade de achar alguma coisa que explique o porquê eu vigio tão de perto cada um dos seus suspiros mais longos? Ou será que só sou eu mesmo que sou a louca deste relacionamento e não entendo que depois de tanto tempo não resolve mais ter ciúme, ou se acredita no que se tem ou se vai embora e pronto?
E você, amor, você me olha fundo porque conhece o meu bem e o meu mal. Enquanto os outros guardam de mim memórias pequenas, você me reconhece nos meus gestos mais comuns e me enfrenta no meio dos meus devaneios, no meio dos meus ataques de morte, das minhas tentativas de guerra contra todos os demônios que habitam minha cabeça porque ela é sempre cheia de tantas coisas, funcionando muito mais rápido e atribuladamente do que a das pessoas normais. Eu tenho tanto medo de um dia uma mulher normal, com cabelo liso, roupas iguais às de todo mundo e senso de humor medíocre te leve de mim. Porque essas pessoas que são só pessoas – realmente iguais à seus iguais – são normalmente mais fáceis de se conviver. Porque eu sei que você acha a minha loucura bonita e até meio poética, mas eu sei também que você já achou tudo isso muito mais lírico do que acha hoje e que, um dia, pode de verdade cansar de tanto surto.
Na nossa guerra diária de passados, de outros amores, de decisões, de foco, de fica, de fode, de fato, não é a vontade de ganhar de você que me move, mas sim o medo de te perder. A qualquer hora sem aviso, para qualquer uma dessas coisas.
Meu ciúme é tanto que eu acabo olhando muito para o meu passado. E eu sei que sou louca – você me lembra todos os dias e eu também tenho consciência – , mas se eu encontrasse o tão falado gênio da lâmpada hoje, o pedido seria simples e sim, insano: um mundo sem passado, pra mim e pra você.
ps:1 terminei com o meu namorado...
ps: 2 Inspiração do digníssimo "roni Ghazzaui"
Esse é o problema de gostar das pessoas. Pessoas fodem sua vida, partem seu coração, comem outras pessoas quando deviam estar só comendo você. Pessoas têm passados de histórias de amor que não foram com você e, no fundo, a gente sempre sabe que a gente também tem o nosso e faz parte do passado comprometedor de alguém. E pior, até onde vale à pena lutar com garras afiadas contra o passado de quem a gente ama, ou esconder com todos os recursos de privacidade o que já aconteceu na nossa própria vida?
O problema do meu ciúme é que ele é tão grande que acaba ficando sem foco. Meu ciúme não tem nome porque eu consigo dar variados nomes à ele todos os dias, em todas as suas ações eu consigo achar alguém que está ali, bem escondidinho no canto do seu cérebro que administra todas as lembranças que foram feitas antes de eu chegar. Meu ciúme é tão imbecil, que eu às vezes penso que se eu abandonar você eu posso finalmente me tornar uma lembrança grossa que também caber (e ainda roubar o lugar de algumas pessoas) nessa parcela de massa incefálica que eu ainda não posso entrar. Se eu fosse passado e não presente, seria eu que ia importunar, não quem estaria sendo importunada.
Daí eu fico inspecionando meu passado de perto todos os dias atrás da moita, que é pra eu me lembrar que eu também tenho um e que, se você resolvesse futucar aqui e ali o tempo todo (como faço eu), você também sentiria ciúme de mim. Mas aí me vem sempre aquela outra pergunta: será que você não sente? na vontade de achar alguma coisa que explique o porquê eu vigio tão de perto cada um dos seus suspiros mais longos? Ou será que só sou eu mesmo que sou a louca deste relacionamento e não entendo que depois de tanto tempo não resolve mais ter ciúme, ou se acredita no que se tem ou se vai embora e pronto?
E você, amor, você me olha fundo porque conhece o meu bem e o meu mal. Enquanto os outros guardam de mim memórias pequenas, você me reconhece nos meus gestos mais comuns e me enfrenta no meio dos meus devaneios, no meio dos meus ataques de morte, das minhas tentativas de guerra contra todos os demônios que habitam minha cabeça porque ela é sempre cheia de tantas coisas, funcionando muito mais rápido e atribuladamente do que a das pessoas normais. Eu tenho tanto medo de um dia uma mulher normal, com cabelo liso, roupas iguais às de todo mundo e senso de humor medíocre te leve de mim. Porque essas pessoas que são só pessoas – realmente iguais à seus iguais – são normalmente mais fáceis de se conviver. Porque eu sei que você acha a minha loucura bonita e até meio poética, mas eu sei também que você já achou tudo isso muito mais lírico do que acha hoje e que, um dia, pode de verdade cansar de tanto surto.
Na nossa guerra diária de passados, de outros amores, de decisões, de foco, de fica, de fode, de fato, não é a vontade de ganhar de você que me move, mas sim o medo de te perder. A qualquer hora sem aviso, para qualquer uma dessas coisas.
Meu ciúme é tanto que eu acabo olhando muito para o meu passado. E eu sei que sou louca – você me lembra todos os dias e eu também tenho consciência – , mas se eu encontrasse o tão falado gênio da lâmpada hoje, o pedido seria simples e sim, insano: um mundo sem passado, pra mim e pra você.
ps:1 terminei com o meu namorado...
ps: 2 Inspiração do digníssimo "roni Ghazzaui"
terça-feira, 7 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
"...Só uma coisa a favor de mim eu posso dizer: nunca feri de propósito. E também me dói quando percebo que feri. Mas tantos defeitos tenho. Sou inquieta, ciumenta, áspera, desesperançosa. Embora amor dentro de mim eu tenha. Só que não sei usar amor: às vezes parecem farpas. (...)"

(Clarice Lispector)

(Clarice Lispector)
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
declaração mais bonita
Hoje eu encontrei uma voz conhecida na rua que por dentro me encheu o peito de calor. Sabe esta coisa de rever alguém querido? Então, eu sempre sinto o mesmo: Fico toda, E só me contento com um sorriso e um abraço forte, daqueles de unir as bochechas e esquentar os ouvidos RS
A voz estava tão rouca como sempre, meio arranhada, carregando aquele seu cansaço de viver que marca o seu traço. Creio eu que foi por isso que te reconheci entre os outros, estava passando distraída com roupas cinzas, num dia cinza, e se não houvesse suspirado e murmurado alguma coisa quando tropeçou naquela lanchonete teria visto. Mas foi por aquele suspirar de quem é muito mais do que pode carregar dentro de si que eu me virei, olhei e gritei o seu nome.
E para a minha surpresa você ainda lembrava o meu, assim como eu te lembrava. Que coisa boa de se ouvir a sua voz tão quente dizer o meu nome. De tão feliz eu repeti o seu, porque na hora não encontrei palavra mais bonita. Sempre achei teu nome tão bonito quanto você. E ver você que é todo homem, todo rouco, todo quente, todo, todo, me deu vontade de lhe perguntar : " E você, como vai neste mundo tão frio?" E você, que sorri como o sol, me entendeu e sorriu em resposta. Me abraçou de novo, e foi como se o mundo tivesse voltado anos atrás.
Já que não tínhamos muitas palavras pra trocar e nem idéia sobre as nossas vidas atuais foi bom demais você não ter me perguntado o porquê da minha pergunta, sobre o mundo frio que faz com que as vidas se percam sem mais nem menos e depois se encontrem numa calçada sem ter muito o que falar além das memórias que ficaram congeladas. Foi bom demais você não ter precisado tocar no assunto e me obrigar a iniciar um diálogo sem graça entre duas pessoas tão desconhecidas. Foi bom demais você ter me reconhecido também, e ter dito o meu nome com aquela voz tão quente, tão secular, tão minha. Tanta saudade. Do quê? De quem? Foi bom você não ter perguntado.
Foi bom você não ter feito nada por educação e lembrado que eu também não me importo com isso, porque nós nunca tivemos bons modos. Foi bom a gente ter mantido isso. E por um instante eu até achei que você fosse a pessoa que mais me conhecesse no mundo. E aí você foi, e eu agradeço por não ter dito nem tchau nem nada, já que não sei lidar com tchaus, você sabe. Me abraçou e me disse bem pertinho do ouvido, mas antes de dizer pausou a respiração e depois retomou o pensamento como se fosse dizer a declaração mais bonita que eu já ouvi - Nunca deixe de ser louca. - E foi embora. Me deixando com a declaração mais bonita que já ouvi.
A voz estava tão rouca como sempre, meio arranhada, carregando aquele seu cansaço de viver que marca o seu traço. Creio eu que foi por isso que te reconheci entre os outros, estava passando distraída com roupas cinzas, num dia cinza, e se não houvesse suspirado e murmurado alguma coisa quando tropeçou naquela lanchonete teria visto. Mas foi por aquele suspirar de quem é muito mais do que pode carregar dentro de si que eu me virei, olhei e gritei o seu nome.
E para a minha surpresa você ainda lembrava o meu, assim como eu te lembrava. Que coisa boa de se ouvir a sua voz tão quente dizer o meu nome. De tão feliz eu repeti o seu, porque na hora não encontrei palavra mais bonita. Sempre achei teu nome tão bonito quanto você. E ver você que é todo homem, todo rouco, todo quente, todo, todo, me deu vontade de lhe perguntar : " E você, como vai neste mundo tão frio?" E você, que sorri como o sol, me entendeu e sorriu em resposta. Me abraçou de novo, e foi como se o mundo tivesse voltado anos atrás.
Já que não tínhamos muitas palavras pra trocar e nem idéia sobre as nossas vidas atuais foi bom demais você não ter me perguntado o porquê da minha pergunta, sobre o mundo frio que faz com que as vidas se percam sem mais nem menos e depois se encontrem numa calçada sem ter muito o que falar além das memórias que ficaram congeladas. Foi bom demais você não ter precisado tocar no assunto e me obrigar a iniciar um diálogo sem graça entre duas pessoas tão desconhecidas. Foi bom demais você ter me reconhecido também, e ter dito o meu nome com aquela voz tão quente, tão secular, tão minha. Tanta saudade. Do quê? De quem? Foi bom você não ter perguntado.
Foi bom você não ter feito nada por educação e lembrado que eu também não me importo com isso, porque nós nunca tivemos bons modos. Foi bom a gente ter mantido isso. E por um instante eu até achei que você fosse a pessoa que mais me conhecesse no mundo. E aí você foi, e eu agradeço por não ter dito nem tchau nem nada, já que não sei lidar com tchaus, você sabe. Me abraçou e me disse bem pertinho do ouvido, mas antes de dizer pausou a respiração e depois retomou o pensamento como se fosse dizer a declaração mais bonita que eu já ouvi - Nunca deixe de ser louca. - E foi embora. Me deixando com a declaração mais bonita que já ouvi.
estágio

Eu andei muito desanimada com a faculdade nessas últimas semanas, não tava vendo muito sentido nas coisas e perdi completamente a vontade de ir pra sala de aula. Mas hoje, no estágio, minha animação voltou 100%! Fantástico o conhecimento da psicóloga que nos atendeu,hj fiz uma pessoa sorrir, e achei tudo muito lindo, acho q estou aprendendo como lidar com pessoas rs... voltei outra. E não me arrependo por não ter tirado esse ano pra estudar pro vestibular, nem por ter começado uma faculdade particular, adoro as pessoas que eu encontro todas as manhãs, adoro o que eu estudo, e ver na prática é ainda mais gratificante.
A pessoa q fiz sorrir hj tinha Déficit de atenção ( Ana Paula Santana? hauhauhau brincadeira amiga! ), passei a me interessar mais por essa área mais lúdica, porque o meu interesse mesmo é organizacional, mas expandiu muito o meu interesse só por estar ali algumas horas.
Okey, esse post não tem nada a ver, admito, mas pra quem mais eu iria contar isso? Hum?
Essa manhã de quarta-feira foi ótima.
Um beijo.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
algumas coisas perdem a rotatividade quando a velocidade não se mantém. é assim: penso com amor em todos os caminhos que me trouxeram até essas ruas novas de asfalto gasto. tanta coisa que se vive simplesmente por viver... para se manter vivo em vida. mas a frequência que se alcança é tão irregular que me faz perder o eixo. mas não há um problema. cheguei ao ponto do sentido, em que ou eu o perco de vez ou tento encontrá-lo... já perdi as contas das vezes que, nesses últimos dias, tentei encontrar uma válvula de escape para transbordar esse vazio que teima em latejar. não achei. e nunca irei achar. porque algumas coisas são exatamente insubstituíveis. esses asfaltos velhos não são capazes de me apontar uma direção, e eu não sei em que rua entrar. mas garanto que freiar não é uma opção. peço licença ao acelerador e deixo que o mundo me encaminhe a velocidade que me cabe. eu não posso estar tão errada. mas a falta que faz, só a gente sabe...
well wel well
tem coisa que muda só pelo simples gosto de não ser mais igual. uma imensa necessidade de ser diferente diante de toda mesmice. tinham coisas em mim e em você que não precisavam mudar. tem coisa entre nós que por motivos maiores foi parar em algum lugar inalcançável. entre tantas declarações sussurradas ao pé do ouvido para que ninguém soubesse do que estávamos passando, hoje resta o sussurro quase inaudível de um quase sentimento.
não te culpo, não me culpo. as pessoas não podem acreditar que no meio de tanto amor, existia a desconfiança, a mentira e falta de senso demasiada. é preciso digerir, mesmo com toda a dificuldade gerada. ainda com tanto tempo, pelo menos para mim, é tão insuportável quanto deixar pra lá.
entre palavras sem sentido, frases sem razão e um imenso desejo de não transparecer, fica aqui o meu adeus e o meu silêncio...
não te culpo, não me culpo. as pessoas não podem acreditar que no meio de tanto amor, existia a desconfiança, a mentira e falta de senso demasiada. é preciso digerir, mesmo com toda a dificuldade gerada. ainda com tanto tempo, pelo menos para mim, é tão insuportável quanto deixar pra lá.
entre palavras sem sentido, frases sem razão e um imenso desejo de não transparecer, fica aqui o meu adeus e o meu silêncio...
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Pedacinhoos
hj li um texto e adaptei a tudo que ando passando, sentindo, vivenciando...
Juntando os pedacinhos de mim...
Mais de mil e quinhentos dias de dúvidas e promessas não cumpridas nos separam e o Seu vulto me assombra em lugares onde Você nunca esteve. Nunca as páginas dos livros, as teclas do micro e o cheiro de roupa lavada estiveram tão impregnados da Sua ausência.
Tenho tido pesadelos acordada às 4 da tarde em frente a caminhos comuns, cotidianos e me sinto meio morta em vida ao pensar naquilo que nunca seremos, porque não nos propusemos a tal e aceitar a situação é me deixar ainda mais sozinha e ausente de mim.
As rosas pequenininhas ou os girassóis na vitrine da floricultura me ofendem pessoalmente – são lembretes em vermelho e amarelo de tudo o que Você não me deu, de tudo que acreditei que podíamos ser, crescer, viver e sonhar.
Como se eu pudesse esquecer que Você me prometeu o idílio das noites em conchinha, brigadeiro de colher e coca gelada, uma vida a longo prazo de descobertas, risadas numa sexta repleta de trabalho..... e me deixou na alma um vazio tão grande que eu passo mais tempo perplexa tentando descobrir o que fazer com sua imensidão do que propriamente triste... como jamais imaginei que pudesse ser.
Empenhei a parte mais bonita de mim em nome de um tipo de amor sem relógios e sem réguas, onde ser melhor pra Você era o que importava, o resto era perfumaria, me debrucei na ilusão de que essa idéia – tão linda, tão louca – era nossa.
Mas ela era só minha.
Não reconheço mais os contornos do meu rosto e nem dos meus desejos agora que o espelho quebrou, e sozinha eu não consigo juntar os cacos, tem pedacinhos faltando. Aqueles que ficaram no Seu bolso, nas Suas gavetas, nas Suas palavras – eles não voltaram pra mim.
Estou exilada de tudo o que me acostumei a ser enquanto fazia parte do Seu mundo.
Por isso, em videoclipes imaginários, em flash momentâneos de vida - jogo minha cabeça sob o Seu colo e Te suplico que invente um sonho novo onde eu possa morar.
é a vida.
ouvindo: los hermanos "a flor".
Juntando os pedacinhos de mim...
Mais de mil e quinhentos dias de dúvidas e promessas não cumpridas nos separam e o Seu vulto me assombra em lugares onde Você nunca esteve. Nunca as páginas dos livros, as teclas do micro e o cheiro de roupa lavada estiveram tão impregnados da Sua ausência.
Tenho tido pesadelos acordada às 4 da tarde em frente a caminhos comuns, cotidianos e me sinto meio morta em vida ao pensar naquilo que nunca seremos, porque não nos propusemos a tal e aceitar a situação é me deixar ainda mais sozinha e ausente de mim.
As rosas pequenininhas ou os girassóis na vitrine da floricultura me ofendem pessoalmente – são lembretes em vermelho e amarelo de tudo o que Você não me deu, de tudo que acreditei que podíamos ser, crescer, viver e sonhar.
Como se eu pudesse esquecer que Você me prometeu o idílio das noites em conchinha, brigadeiro de colher e coca gelada, uma vida a longo prazo de descobertas, risadas numa sexta repleta de trabalho..... e me deixou na alma um vazio tão grande que eu passo mais tempo perplexa tentando descobrir o que fazer com sua imensidão do que propriamente triste... como jamais imaginei que pudesse ser.
Empenhei a parte mais bonita de mim em nome de um tipo de amor sem relógios e sem réguas, onde ser melhor pra Você era o que importava, o resto era perfumaria, me debrucei na ilusão de que essa idéia – tão linda, tão louca – era nossa.
Mas ela era só minha.
Não reconheço mais os contornos do meu rosto e nem dos meus desejos agora que o espelho quebrou, e sozinha eu não consigo juntar os cacos, tem pedacinhos faltando. Aqueles que ficaram no Seu bolso, nas Suas gavetas, nas Suas palavras – eles não voltaram pra mim.
Estou exilada de tudo o que me acostumei a ser enquanto fazia parte do Seu mundo.
Por isso, em videoclipes imaginários, em flash momentâneos de vida - jogo minha cabeça sob o Seu colo e Te suplico que invente um sonho novo onde eu possa morar.
é a vida.
ouvindo: los hermanos "a flor".
domingo, 29 de agosto de 2010
O vendedor de sonhos - Augusto Cury (recomendo com certeza!!)

Devorei em 2 dias este livro ,faz refletir demais amei...
sem dúvida alguma Augusto Cury é um autor q gosto muito, principalmente seus livros, já tive a oportunidade de ler alguns (muitos) livros e cada vez me apaixono mais por esse autor.
A cada página á uma emoção diferente, um prazer inestimável, uma sensação de liberdade de opinião, uma mistura de emoções….a gente, ri, chora e prende muito na leitura!!!
Simplesmente adorei…
Fica a dica.
Citações do livro “O vendedor de sonhos” de Augusto Cury
Sem sonhos, os monstros que nos assediam, estejam eles alojados em nossa mente ou no terreno social, nos controlarão.
O objetivo fundamental dos sonhos não é o sucesso, mas nos livrar do fantasma do conformismo.
Quem não é generoso consigo mesmo jamais o será com os outros. Quem cobra muito de si mesmo é um carrasco dos outros.
A generosidade é um dos maiores sonhos que devemos difundir no grande “caos social”.
Generosidade é uma palavra que habita os dicionários, mas raramente o coração psíquico.
Só dorme bem quem aprende primeiramente a repousar dentro de si.
É possível fugir dos monstros de fora, mas não dos que temos dentro da mente.
Os egoístas vivem no calabouço das suas angústias, mas os que atuam na dor dos outros aliviam a própria dor.
Sou apenas um caminhante que perdeu o medo de se perder.
Os que vendem sonhos são como o vento: você ouve a sua voz, mas não sabe de onde ele vem e nem para onde vai.
O importante não é o mapa, mas a caminhada.
Não existem heróis. Todo gigante encontra obstáculos que o transformam em criança.
Se quiserem vender o sonho da solidariedade, terão de aprender a enxergar as lágrimas nunca choradas, as angústias nunca verbalizadas, os temores que nunca contraíram os músculos da face.
Nunca procurei meu filho e lhe perguntei quais eram seus temores ou suas mais marcantes frustrações. Impus regras para eles, lhe apontei erros, mas jamais vendi sonhos de que sou um ser humano que precisa conhecê-lo e precisa ser amado por ele. Nunca procurei um aluno que expressasse um ar de tristeza, irritabilidade ou indiferença.
Mas a vida me ensinou...
Somos criativos em excluir, mas inábeis em incluir.
Começamos a entender que, quando somos frágeis, aí é que nos tornamos fortes.
Não existem pessoas imprestáveis, mas pessoas mal valorizadas, mal utilizadas, mal exploradas.
O ser humano morre não quando seu coração deixa de pulsar, mas quando de alguma forma deixa de se sentir importante.
Aprenda que uma pessoa pode ferir seu corpo, mais jamais poderá ferir sua emoção, a não ser que você permita.
A vida se extingue rapidamente no parêntese do tempo. Vivê-la lenta e deslumbradamente é o grande desafio dos mortais.
Assinar:
Comentários (Atom)




